O analisador de DBO manométrico BOD-573 automatiza a determinação de DBO através do método manométrico por pressão diferencial. Diferente de métodos convencionais que exigem titulação manual ao final do ensaio, o equipamento monitora continuamente a variação de pressão durante toda a biodegradação da matéria orgânica. Esse monitoramento em tempo real permite leituras confiáveis com interferência mínima do operador. Seis posições independentes executam análises simultâneas — laboratórios de alto fluxo analisam amostras de diferentes origens ou duplicatas sem esperar entre ciclos.
Método manométrico para DBO
Pressão diferencial reflete consumo de oxigênio durante biodegradação. À medida que microrganismos degradam matéria orgânica, oxigênio dissolvido reduz na amostra, causando queda de pressão detectável. O BOD-573 mede essa diferença continuamente e converte em mg/L de DBO — sem cálculos manuais. A faixa de 0–4000 mg/L cobre desde águas naturais baixas até efluentes industriais concentrados.
Análises simultâneas e incubação programável
Até 6 frascos de 580 mL funcionam independentemente com temperatura controlada a 20 ±1 °C — o padrão regulatório para DBO. Incubação configurable entre 1 e 30 dias atende diferentes protocolos: testes de 5 dias para relatórios rápidos, períodos estendidos para cinética de degradação ou estudos de biodegradabilidade. Leitura contínua durante o ensaio fornece curva completa de DBO, não apenas valor final.
Automatização e rastreabilidade
Armazenamento automático dos resultados elimina anotação manual. Sistema registra cada medição, horário e condições de operação — rastreabilidade completa para auditoria. Baixa intervenção do operador reduz variação entre ciclos. Interface individual por terminal permite monitoramento de cada amostra independentemente ou visualização de todas as 6 simultaneamente, conforme necessário do laboratório.
Aplicações em ETA, ETE e indústria
Estações de Tratamento de Água (ETA) usam o BOD-573 para monitorar eficiência de processos biológicos — avaliação de lodos ativados, lagoas aireadas e filtros biológicos. Estações de Tratamento de Efluentes (ETE) determinam carga orgânica de afluentes e efluentes, verificando conformidade regulatória antes de lançamento. Indústrias químicas, alimentares, de bebidas e papel monitoram DBO de despejos pré e pós-tratamento. Laboratórios de pesquisa usam o equipamento para estudos de biodegradabilidade de substâncias e cinética de processos anaeróbicos/aeróbicos.




