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Analisador de estabilidade à oxidação térmica TO10

Analisador de estabilidade à oxidação térmica TO10

Analisador de Estabilidade à Oxidação Térmica TO10 mede a estabilidade térmica de combustíveis de aviação conforme ASTM D3241, eliminando a subjetividade da classificação visual com o Deposit Rater DR10.

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AD Systems
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O Analisador de Estabilidade à Oxidação Térmica TO10 mede a estabilidade térmica de combustíveis para turbinas a gás. O equipamento segue os métodos ASTM D3241, IP 323 e ISO 6249. A AD Systems desenvolveu o TO10 para reproduzir as tensões térmicas que combustíveis de aviação sofrem em motores a jato. Assim, o instrumento quantifica os depósitos na superfície do tubo de alumínio aquecedor com precisão interferométrica. Por isso, representa um avanço em relação à instrumentação JFTOT convencional, cuja dependência de classificação visual introduz subjetividade nos resultados.

Como funciona o TO10

O combustível circula por um tubo de alumínio aquecido a 260 °C, temperatura padrão do método ASTM D3241. Quando o combustível passa pelo tubo, compostos instáveis se oxidam e depositam na superfície interna. Depois do teste, o operador instala o tubo na unidade DR10 para medir a espessura do depósito. O critério de reprovação é espessura superior a 85 nm. Além disso, um filtro de aço inoxidável registra o aumento de pressão diferencial, sinalizando presença de partículas oxigenadas.

A temperatura de teste cobre a faixa de 100 °C a 380 °C. Isso permite determinar o Break Point: a temperatura máxima com depósito abaixo de 85 nm. O modo Break Point Assist calcula a próxima temperatura com base nos resultados anteriores. Dessa forma, o laboratório determina o ponto de ruptura com menos ensaios.

Aplicações em laboratório de controle de qualidade

O TO10 atende laboratórios de controle de qualidade de combustível para aviação. O escopo inclui querosene de aviação (QAV), combustível sustentável de aviação (SAF) e querosenes para turbinas militares. A estabilidade à oxidação térmica é um parâmetro crítico na especificação desses combustíveis. Em razão disso, depósitos nos bicos injetores e trocadores de calor comprometem o desempenho dos motores.

Refinarias, distribuidoras e centros de P&D usam o TO10 para qualificar lotes e validar blends com SAF. O monitoramento da degradação durante o armazenamento também é uma aplicação frequente. Laboratórios de química analítica também recorrem ao equipamento para testes de conformidade. Entre as normas cobertas estão DEF STAN 91-91 e MIL-DTL-83133, que remetem ao método ASTM D3241.

Diferenciais frente à instrumentação convencional

Os equipamentos JFTOT tradicionais classificam o tubo por comparação visual com padrões de cor. O resultado varia conforme o operador e as condições de iluminação. Logo, o TO10 elimina essa variabilidade ao integrar o DR10 ao fluxo de trabalho. A classificação interferométrica fornece um valor em nanômetros, não uma nota subjetiva.

A instalação do tubo aquecedor não exige ferramentas. O medidor dedicado posiciona o tubo com precisão, sem ajustes manuais. Uma janela transparente protege a seção de teste, e a iluminação vermelha indica alta temperatura ao operador. Quando o teste termina, o TO10 gerencia o arrefecimento automaticamente. O operador recebe notificação quando a seção está segura para manuseio.

O controle térmico usa fluido em tubo de calor combinado com módulos Peltier. Esse sistema mantém um perfil de temperatura consistente ao longo do tubo, ensaio a ensaio. Portanto, a reprodutibilidade dos resultados não depende das condições ambientais do laboratório.

Rastreabilidade e gestão de dados

O TO10 armazena todos os parâmetros de cada ensaio em base de dados interna. Os dados incluem temperatura, tempo, pressão diferencial, calibração do termopar tipo K e classificação do tubo pelo DR10. A conectividade via Ethernet TCP/IP permite integrar o equipamento a um LIMS. Relatórios combinados do TO10 com os dados do DR10 ficam disponíveis para exportação em rede. O sistema inclui ainda duas portas USB e impressão por impressora gráfica opcional.

Parâmetro Valor
Métodos de teste ASTM D3241, IP 323, ISO 6249 — até 21 métodos personalizados
Temperatura de teste 100 °C a 380 °C
Tempo de teste 4 a 600 minutos
Pressão de funcionamento 3,45 MPa (500 psi) ±1%
Pressão diferencial 0 a 750 mmHg (desviada automaticamente a +250 mmHg)
Fluxo de combustível Padrão 3,0 mL/min ±1% ou programável — bomba de seringa dupla de 5 mL, sem pulsos ou picos de fluxo
Aeração do combustível Padrão 1,5 L/min ou programável — duração padrão de 6 min ou programável
Umidade do fluxo de ar Cartucho dessecante com sensor de umidade — controle automático de secagem com alerta para substituição do dessecante
Termopar Tipo K, classe 1, intervalo de 0 a 500 °C, dados de calibração incorporados
Arrefecimento da barra coletora Tecnologia de fluido em tubo de calor + módulos Peltier — cada barra controlada independentemente para perfil de temperatura consistente
Montagem do tubo do aquecedor Medidor dedicado para posicionamento rápido e preciso, sem ferramentas
Manuseamento de vapores Compartimento dedicado com portas deslizantes — extrator de vapores de combustível incluído
Armazenamento de resultados Base de dados interna — limitada apenas pela capacidade do dispositivo externo
Conectividade DR10 (ITR) Transferência automática de dados de classificação do tubo quando conectado ao DR10
Conectividade LIMS Ethernet TCP/IP — transferência de relatório combinado TO10 + classificação DR10
Comunicação USB (2 portas), Ethernet (1 porta)
Impressão Impressora gráfica USB (opcional)
Dimensões 440 x 600 x 670 mm
Peso 75 kg
Fonte de alimentação 100/240 V — 50/60 Hz — 8 A
Temperatura de operação +10 °C a +35 °C
Umidade relativa de operação 20% a 90% sem condensação

Analisador de estabilidade à oxidação térmica TO10 pode ser aplicado a:

Descrição

O Analisador de Estabilidade à Oxidação Térmica TO10 mede a estabilidade térmica de combustíveis para turbinas a gás. O equipamento segue os métodos ASTM D3241, IP 323 e ISO 6249. A AD Systems desenvolveu o TO10 para reproduzir as tensões térmicas que combustíveis de aviação sofrem em motores a jato. Assim, o instrumento quantifica os depósitos na superfície do tubo de alumínio aquecedor com precisão interferométrica. Por isso, representa um avanço em relação à instrumentação JFTOT convencional, cuja dependência de classificação visual introduz subjetividade nos resultados.

Como funciona o TO10

O combustível circula por um tubo de alumínio aquecido a 260 °C, temperatura padrão do método ASTM D3241. Quando o combustível passa pelo tubo, compostos instáveis se oxidam e depositam na superfície interna. Depois do teste, o operador instala o tubo na unidade DR10 para medir a espessura do depósito. O critério de reprovação é espessura superior a 85 nm. Além disso, um filtro de aço inoxidável registra o aumento de pressão diferencial, sinalizando presença de partículas oxigenadas.

A temperatura de teste cobre a faixa de 100 °C a 380 °C. Isso permite determinar o Break Point: a temperatura máxima com depósito abaixo de 85 nm. O modo Break Point Assist calcula a próxima temperatura com base nos resultados anteriores. Dessa forma, o laboratório determina o ponto de ruptura com menos ensaios.

Aplicações em laboratório de controle de qualidade

O TO10 atende laboratórios de controle de qualidade de combustível para aviação. O escopo inclui querosene de aviação (QAV), combustível sustentável de aviação (SAF) e querosenes para turbinas militares. A estabilidade à oxidação térmica é um parâmetro crítico na especificação desses combustíveis. Em razão disso, depósitos nos bicos injetores e trocadores de calor comprometem o desempenho dos motores.

Refinarias, distribuidoras e centros de P&D usam o TO10 para qualificar lotes e validar blends com SAF. O monitoramento da degradação durante o armazenamento também é uma aplicação frequente. Laboratórios de química analítica também recorrem ao equipamento para testes de conformidade. Entre as normas cobertas estão DEF STAN 91-91 e MIL-DTL-83133, que remetem ao método ASTM D3241.

Diferenciais frente à instrumentação convencional

Os equipamentos JFTOT tradicionais classificam o tubo por comparação visual com padrões de cor. O resultado varia conforme o operador e as condições de iluminação. Logo, o TO10 elimina essa variabilidade ao integrar o DR10 ao fluxo de trabalho. A classificação interferométrica fornece um valor em nanômetros, não uma nota subjetiva.

A instalação do tubo aquecedor não exige ferramentas. O medidor dedicado posiciona o tubo com precisão, sem ajustes manuais. Uma janela transparente protege a seção de teste, e a iluminação vermelha indica alta temperatura ao operador. Quando o teste termina, o TO10 gerencia o arrefecimento automaticamente. O operador recebe notificação quando a seção está segura para manuseio.

O controle térmico usa fluido em tubo de calor combinado com módulos Peltier. Esse sistema mantém um perfil de temperatura consistente ao longo do tubo, ensaio a ensaio. Portanto, a reprodutibilidade dos resultados não depende das condições ambientais do laboratório.

Rastreabilidade e gestão de dados

O TO10 armazena todos os parâmetros de cada ensaio em base de dados interna. Os dados incluem temperatura, tempo, pressão diferencial, calibração do termopar tipo K e classificação do tubo pelo DR10. A conectividade via Ethernet TCP/IP permite integrar o equipamento a um LIMS. Relatórios combinados do TO10 com os dados do DR10 ficam disponíveis para exportação em rede. O sistema inclui ainda duas portas USB e impressão por impressora gráfica opcional.

Especificações Técnicas

Parâmetro Valor
Métodos de teste ASTM D3241, IP 323, ISO 6249 — até 21 métodos personalizados
Temperatura de teste 100 °C a 380 °C
Tempo de teste 4 a 600 minutos
Pressão de funcionamento 3,45 MPa (500 psi) ±1%
Pressão diferencial 0 a 750 mmHg (desviada automaticamente a +250 mmHg)
Fluxo de combustível Padrão 3,0 mL/min ±1% ou programável — bomba de seringa dupla de 5 mL, sem pulsos ou picos de fluxo
Aeração do combustível Padrão 1,5 L/min ou programável — duração padrão de 6 min ou programável
Umidade do fluxo de ar Cartucho dessecante com sensor de umidade — controle automático de secagem com alerta para substituição do dessecante
Termopar Tipo K, classe 1, intervalo de 0 a 500 °C, dados de calibração incorporados
Arrefecimento da barra coletora Tecnologia de fluido em tubo de calor + módulos Peltier — cada barra controlada independentemente para perfil de temperatura consistente
Montagem do tubo do aquecedor Medidor dedicado para posicionamento rápido e preciso, sem ferramentas
Manuseamento de vapores Compartimento dedicado com portas deslizantes — extrator de vapores de combustível incluído
Armazenamento de resultados Base de dados interna — limitada apenas pela capacidade do dispositivo externo
Conectividade DR10 (ITR) Transferência automática de dados de classificação do tubo quando conectado ao DR10
Conectividade LIMS Ethernet TCP/IP — transferência de relatório combinado TO10 + classificação DR10
Comunicação USB (2 portas), Ethernet (1 porta)
Impressão Impressora gráfica USB (opcional)
Dimensões 440 x 600 x 670 mm
Peso 75 kg
Fonte de alimentação 100/240 V — 50/60 Hz — 8 A
Temperatura de operação +10 °C a +35 °C
Umidade relativa de operação 20% a 90% sem condensação

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