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Titulador Karl Fischer KFT-41

Titulador Karl Fischer KFT-41 (coulométrico e volumétrico)

Titulador Karl Fischer KFT-41 em duas versões — KFT-41C coulométrico (0,01–200 mg, resolução 0,1 μg) e KFT-41V volumétrico (0,1–250 mg, resolução 1 μg) — com touchscreen 7", armazenamento BPL 200 registros, gerenciador automático de solventes, compatível com forno KSH-01 e certificado ISO 760/4317/12779.

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REX Instruments
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Laboratórios que analisam umidade em combustíveis, óleos, alimentos e produtos químicos enfrentam um dilema: qual técnica de Karl Fischer escolher?

O método coulométrico tem sensibilidade extrema, mas custa mais caro. Já o volumétrico é robusto para a rotina, porém menos sensível.

O KFT-41 resolve isso oferecendo as duas versões num único portfólio, e o laboratório escolhe conforme a sensibilidade ou o volume de amostra que precisa. Assim, investe uma vez e cobre todo o espectro de análises.

Duas versões especializadas para necessidades diferentes

O KFT-41C, coulométrico, trabalha na faixa de 0,01 a 200 mg, com resolução de 0,1 μg. Ele detecta traços de água que outras técnicas não enxergam. Como a repetibilidade fica em até 1,0%, o laboratório identifica diferenças mínimas entre amostras. Por isso, essa versão atende análises de pureza extrema — produtos farmacêuticos, eletrônicos e químicos finos.

Já o KFT-41V, volumétrico, oferece faixa de 0,1 a 250 mg, com resolução de 1 μg. Ele é adequado à rotina de produção, onde o laboratório quantifica água em volumes maiores com rapidez. A repetibilidade de até 0,5% é excelente e sustenta análises em série sem drift significativo. Assim, laboratórios de controle de qualidade em fábricas de óleos, combustíveis e alimentos preferem o volumétrico pela velocidade.

As duas versões compartilham a interface touchscreen de 7 polegadas. O display colorido mostra status em tempo real, histórico de calibração e resultados com timestamp. Além disso, qualquer operador navega de forma intuitiva, com menu em português e atalhos para métodos comuns. Dessa forma, a qualificação de um novo integrante da equipe é rápida.

Automação que elimina variabilidade

O gerenciador automático de solventes, com proteção antifuga, controla a adição de reagente. O sistema detecta quando o solvente está baixo, compensa automaticamente e evita a oxidação por exposição prolongada. Como o operador não precisa mexer manualmente no frasco de Karl Fischer, a manipulação química cai e o risco pessoal diminui. Isso melhora a segurança na bancada.

A calibração automática ou manual dá controle ao laboratório. A versão automática detecta o desvio do instrumento e corrige sozinha. Já a versão manual permite validar manualmente, quando a regulação exigir rastreabilidade do próprio ato de calibração. Com isso, laboratórios sob BPL ou regulação FDA documentam exatamente quem calibrou e quando.

O equipamento armazena até 200 conjuntos de dados completos, com timestamp, ID do operador e resultado. Ele também exporta os dados em formatos padrão — CSV, PDF — para integração com LIMS ou análise em planilha. Consequentemente, o rastreamento de toda a análise fica automático, e a auditoria passa sem retrabalho.

Compatibilidade com forno KSH-01 (análise em fase gasosa)

Amostras sólidas, viscosas ou que não toleram injeção direta entram por aqui. O forno KSH-01, opcional, aquece a amostra até 300 °C. Um gás inerte carrega o vapor de água até a célula de titulação KF do KFT-41. Assim, o laboratório analisa plásticos, polímeros, produtos desidratados e óleos viscosos que o método direto não conseguiria medir.

A linha de transferência permanece aquecida em toda a extensão, o que evita a recondensação do vapor de água. O resultado sai preciso porque a umidade liberada do sólido não se perde por condensação. Além disso, a preparação da amostra cai drasticamente: não é preciso dissolver, diluir ou fazer manipulação intensiva. Por isso, materiais frágeis ou sensíveis não sofrem alteração de composição antes da análise.

Aplicações em diferentes segmentos

Combustíveis

Em combustíveis — diesel, biodiesel, gasolina —, a água causa corrosão no injetor do motor, provoca separação de fases no armazenamento e reduz a eficiência energética. Como a especificação internacional limita a água a cerca de 0,05% v/v, o KFT-41 detecta esse teor com precisão. Consequentemente, refinarias e distribuidoras confiam no resultado sem precisar de reteste.

Óleos isolantes e lubrificantes

Em óleo de transformador, a umidade reduz o isolamento elétrico; em óleo lubrificante, a água contaminante derruba a viscosidade. Como as indústrias automotiva e elétrica exigem controle rigoroso, o KFT-41 se tornou referência nessa categoria — o método Karl Fischer é o padrão da norma ISO 760.

Alimentos desidratados e ingredientes

Frutas secas, leite em pó, café instantâneo e especiarias têm limite máximo de umidade, para evitar mofo, oxidação e degradação química. A análise rápida durante a produção permite ajustar o processo de secagem antes que o lote inteiro saia da especificação. Dessa maneira, a rejeição no cliente diminui e o prazo de validade do produto se mantém.

Farmacêutica, cosméticos e química fina

Princípios ativos, excipientes e aditivos têm especificação própria de umidade, estabelecida pela USP 921. O KFT-41C coulométrico é ideal para traços, enquanto o KFT-41V atende o controle de produção. Além disso, o gerenciador automático de solventes reduz o risco de contaminação cruzada entre análises. Por isso, o laboratório farmacêutico passa em auditoria sem precisar de documentação paralela.

Isolantes elétricos e plásticos de alta pureza

Polímeros contaminados com água perdem resistência mecânica e ficam frágeis. Como as indústrias de cabos, conectores e componentes eletrônicos dependem de controle rigoroso, o KFT-41 detecta os teores mínimos que afetam a propriedade final. Dessa forma, a rejeição interna antes da montagem evita um custo de retrabalho maior no cliente.

Conformidade regulatória integrada

A conformidade com as boas práticas de laboratório (BPL) acontece de forma automática. O sistema registra calibração, leitura, cálculo e armazenamento, e todo esse histórico fica no próprio instrumento. Por conta disso, laboratórios sob FDA, INMETRO ou auditoria interna obtêm documentação nativa e garantem conformidade desde o primeiro dia.

As normas ISO 760, 4317, 12779, 15512, 20938 e USP 921 estabelecem os procedimentos para Karl Fischer, e o KFT-41 já implementa todos eles. O laboratório não precisa adaptar o método: basta selecionar no menu, e o instrumento executa. Dessa forma, um laboratório novo em regulação técnica dispensa consultoria externa.

A integração com sistemas LIMS é direta: o laboratório exporta os dados e carrega no sistema central, que compila resultados de múltiplos instrumentos. Os gestores acompanham a tendência em tempo real — se o processo está deixando a umidade alta, um alerta aparece antes que o problema escale. Consequentemente, a decisão gerencial se baseia em dados completos, não numa amostra isolada.

Vantagens de operação consolidada

O gerenciador de solvente antifuga economiza reagente caro. Como o Karl Fischer é um líquido de custo significativo, qualquer perda por evaporação ou vazamento pesa no orçamento. O sistema automático reduz esse desperdício e, por isso, o custo por análise cai.

Ter duas versões permite escolher conforme a aplicação, sem precisar comprar dois equipamentos diferentes: o coulométrico para traços, o volumétrico para a rotina. Assim, o laboratório otimiza o investimento sem duplicar o capex.

O touchscreen intuitivo reduz o tempo de treinamento — um novo operador aprende em horas, não em dias. Além disso, a documentação é clara, com menu em português e procedimentos pré-carregados. Consequentemente, a produtividade do laboratório sobe, porque a equipe qualificada fica disponível rapidamente.

Parâmetro KFT-41C (Coulométrico) KFT-41V (Volumétrico)
Princípio Titulação coulométrica de Karl Fischer Titulação volumétrica de Karl Fischer
Faixa de água 0,01 a 200,0 mg 0,1 a 250,0 mg
Resolução de água 0,1 μg 1 μg
Repetibilidade ≤1,0% ≤0,5%
Unidades selecionáveis μg, mg, %, ppm, μg/mL, mg/L μg, mg, %, ppm, μg/mL, mg/L
Faixa de mV 0 a 2000 mV 0 a 2000 mV
Resolução em mV 1 mV 1 mV
Precisão corrente de polarização ±3% ±3%
Flutuação corrente de polarização ±2,5% / 30 min ±2,5% / 30 min
Precisão corrente de trabalho ±0,5%
Flutuação corrente de trabalho ±0,2% / 10 min
Display Touchscreen LCD colorido 7″, alto contraste Touchscreen LCD colorido 7″, alto contraste
Armazenamento de dados 200 conjuntos (BPL conforme) 200 conjuntos (BPL conforme)
Gestão de solventes Automática anti-fuga com enchimento/drenagem automática Automática anti-fuga com enchimento/drenagem automática
Compatibilidade com forno Opcional (KSH-01 para fase gasosa) Opcional (KSH-01 para fase gasosa)
Comunicação RS-232 (impressora), USB (PC), pen drive (CSV) RS-232 (impressora), USB (PC), pen drive (CSV)
Alimentação 100–240 V AC, 47–63 Hz 100–240 V AC, 47–63 Hz
Dimensões 240 × 370 × 270 mm 240 × 370 × 270 mm
Peso ≈4 kg ≈4 kg
Inclusão Gerenciador de solventes, bureta 10 mL, recipiente volumétrico, eletrodo de medição, touchscreen 7″, fonte de alimentação, manual Gerenciador de solventes, bureta 10 mL, recipiente volumétrico, eletrodo de medição, touchscreen 7″, fonte de alimentação, manual

Descrição

Laboratórios que analisam umidade em combustíveis, óleos, alimentos e produtos químicos enfrentam um dilema: qual técnica de Karl Fischer escolher?

O método coulométrico tem sensibilidade extrema, mas custa mais caro. Já o volumétrico é robusto para a rotina, porém menos sensível.

O KFT-41 resolve isso oferecendo as duas versões num único portfólio, e o laboratório escolhe conforme a sensibilidade ou o volume de amostra que precisa. Assim, investe uma vez e cobre todo o espectro de análises.

Duas versões especializadas para necessidades diferentes

O KFT-41C, coulométrico, trabalha na faixa de 0,01 a 200 mg, com resolução de 0,1 μg. Ele detecta traços de água que outras técnicas não enxergam. Como a repetibilidade fica em até 1,0%, o laboratório identifica diferenças mínimas entre amostras. Por isso, essa versão atende análises de pureza extrema — produtos farmacêuticos, eletrônicos e químicos finos.

Já o KFT-41V, volumétrico, oferece faixa de 0,1 a 250 mg, com resolução de 1 μg. Ele é adequado à rotina de produção, onde o laboratório quantifica água em volumes maiores com rapidez. A repetibilidade de até 0,5% é excelente e sustenta análises em série sem drift significativo. Assim, laboratórios de controle de qualidade em fábricas de óleos, combustíveis e alimentos preferem o volumétrico pela velocidade.

As duas versões compartilham a interface touchscreen de 7 polegadas. O display colorido mostra status em tempo real, histórico de calibração e resultados com timestamp. Além disso, qualquer operador navega de forma intuitiva, com menu em português e atalhos para métodos comuns. Dessa forma, a qualificação de um novo integrante da equipe é rápida.

Automação que elimina variabilidade

O gerenciador automático de solventes, com proteção antifuga, controla a adição de reagente. O sistema detecta quando o solvente está baixo, compensa automaticamente e evita a oxidação por exposição prolongada. Como o operador não precisa mexer manualmente no frasco de Karl Fischer, a manipulação química cai e o risco pessoal diminui. Isso melhora a segurança na bancada.

A calibração automática ou manual dá controle ao laboratório. A versão automática detecta o desvio do instrumento e corrige sozinha. Já a versão manual permite validar manualmente, quando a regulação exigir rastreabilidade do próprio ato de calibração. Com isso, laboratórios sob BPL ou regulação FDA documentam exatamente quem calibrou e quando.

O equipamento armazena até 200 conjuntos de dados completos, com timestamp, ID do operador e resultado. Ele também exporta os dados em formatos padrão — CSV, PDF — para integração com LIMS ou análise em planilha. Consequentemente, o rastreamento de toda a análise fica automático, e a auditoria passa sem retrabalho.

Compatibilidade com forno KSH-01 (análise em fase gasosa)

Amostras sólidas, viscosas ou que não toleram injeção direta entram por aqui. O forno KSH-01, opcional, aquece a amostra até 300 °C. Um gás inerte carrega o vapor de água até a célula de titulação KF do KFT-41. Assim, o laboratório analisa plásticos, polímeros, produtos desidratados e óleos viscosos que o método direto não conseguiria medir.

A linha de transferência permanece aquecida em toda a extensão, o que evita a recondensação do vapor de água. O resultado sai preciso porque a umidade liberada do sólido não se perde por condensação. Além disso, a preparação da amostra cai drasticamente: não é preciso dissolver, diluir ou fazer manipulação intensiva. Por isso, materiais frágeis ou sensíveis não sofrem alteração de composição antes da análise.

Aplicações em diferentes segmentos

Combustíveis

Em combustíveis — diesel, biodiesel, gasolina —, a água causa corrosão no injetor do motor, provoca separação de fases no armazenamento e reduz a eficiência energética. Como a especificação internacional limita a água a cerca de 0,05% v/v, o KFT-41 detecta esse teor com precisão. Consequentemente, refinarias e distribuidoras confiam no resultado sem precisar de reteste.

Óleos isolantes e lubrificantes

Em óleo de transformador, a umidade reduz o isolamento elétrico; em óleo lubrificante, a água contaminante derruba a viscosidade. Como as indústrias automotiva e elétrica exigem controle rigoroso, o KFT-41 se tornou referência nessa categoria — o método Karl Fischer é o padrão da norma ISO 760.

Alimentos desidratados e ingredientes

Frutas secas, leite em pó, café instantâneo e especiarias têm limite máximo de umidade, para evitar mofo, oxidação e degradação química. A análise rápida durante a produção permite ajustar o processo de secagem antes que o lote inteiro saia da especificação. Dessa maneira, a rejeição no cliente diminui e o prazo de validade do produto se mantém.

Farmacêutica, cosméticos e química fina

Princípios ativos, excipientes e aditivos têm especificação própria de umidade, estabelecida pela USP 921. O KFT-41C coulométrico é ideal para traços, enquanto o KFT-41V atende o controle de produção. Além disso, o gerenciador automático de solventes reduz o risco de contaminação cruzada entre análises. Por isso, o laboratório farmacêutico passa em auditoria sem precisar de documentação paralela.

Isolantes elétricos e plásticos de alta pureza

Polímeros contaminados com água perdem resistência mecânica e ficam frágeis. Como as indústrias de cabos, conectores e componentes eletrônicos dependem de controle rigoroso, o KFT-41 detecta os teores mínimos que afetam a propriedade final. Dessa forma, a rejeição interna antes da montagem evita um custo de retrabalho maior no cliente.

Conformidade regulatória integrada

A conformidade com as boas práticas de laboratório (BPL) acontece de forma automática. O sistema registra calibração, leitura, cálculo e armazenamento, e todo esse histórico fica no próprio instrumento. Por conta disso, laboratórios sob FDA, INMETRO ou auditoria interna obtêm documentação nativa e garantem conformidade desde o primeiro dia.

As normas ISO 760, 4317, 12779, 15512, 20938 e USP 921 estabelecem os procedimentos para Karl Fischer, e o KFT-41 já implementa todos eles. O laboratório não precisa adaptar o método: basta selecionar no menu, e o instrumento executa. Dessa forma, um laboratório novo em regulação técnica dispensa consultoria externa.

A integração com sistemas LIMS é direta: o laboratório exporta os dados e carrega no sistema central, que compila resultados de múltiplos instrumentos. Os gestores acompanham a tendência em tempo real — se o processo está deixando a umidade alta, um alerta aparece antes que o problema escale. Consequentemente, a decisão gerencial se baseia em dados completos, não numa amostra isolada.

Vantagens de operação consolidada

O gerenciador de solvente antifuga economiza reagente caro. Como o Karl Fischer é um líquido de custo significativo, qualquer perda por evaporação ou vazamento pesa no orçamento. O sistema automático reduz esse desperdício e, por isso, o custo por análise cai.

Ter duas versões permite escolher conforme a aplicação, sem precisar comprar dois equipamentos diferentes: o coulométrico para traços, o volumétrico para a rotina. Assim, o laboratório otimiza o investimento sem duplicar o capex.

O touchscreen intuitivo reduz o tempo de treinamento — um novo operador aprende em horas, não em dias. Além disso, a documentação é clara, com menu em português e procedimentos pré-carregados. Consequentemente, a produtividade do laboratório sobe, porque a equipe qualificada fica disponível rapidamente.

Especificações Técnicas

Parâmetro KFT-41C (Coulométrico) KFT-41V (Volumétrico)
Princípio Titulação coulométrica de Karl Fischer Titulação volumétrica de Karl Fischer
Faixa de água 0,01 a 200,0 mg 0,1 a 250,0 mg
Resolução de água 0,1 μg 1 μg
Repetibilidade ≤1,0% ≤0,5%
Unidades selecionáveis μg, mg, %, ppm, μg/mL, mg/L μg, mg, %, ppm, μg/mL, mg/L
Faixa de mV 0 a 2000 mV 0 a 2000 mV
Resolução em mV 1 mV 1 mV
Precisão corrente de polarização ±3% ±3%
Flutuação corrente de polarização ±2,5% / 30 min ±2,5% / 30 min
Precisão corrente de trabalho ±0,5%
Flutuação corrente de trabalho ±0,2% / 10 min
Display Touchscreen LCD colorido 7″, alto contraste Touchscreen LCD colorido 7″, alto contraste
Armazenamento de dados 200 conjuntos (BPL conforme) 200 conjuntos (BPL conforme)
Gestão de solventes Automática anti-fuga com enchimento/drenagem automática Automática anti-fuga com enchimento/drenagem automática
Compatibilidade com forno Opcional (KSH-01 para fase gasosa) Opcional (KSH-01 para fase gasosa)
Comunicação RS-232 (impressora), USB (PC), pen drive (CSV) RS-232 (impressora), USB (PC), pen drive (CSV)
Alimentação 100–240 V AC, 47–63 Hz 100–240 V AC, 47–63 Hz
Dimensões 240 × 370 × 270 mm 240 × 370 × 270 mm
Peso ≈4 kg ≈4 kg
Inclusão Gerenciador de solventes, bureta 10 mL, recipiente volumétrico, eletrodo de medição, touchscreen 7″, fonte de alimentação, manual Gerenciador de solventes, bureta 10 mL, recipiente volumétrico, eletrodo de medição, touchscreen 7″, fonte de alimentação, manual

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